21.11.09

estou nadando com os golfinhos

Eu tenho uma dificuldade imensa de compartilhar com os outros as bandas que eu gosto, mas eu juro que estou me desapegando dessa mania boba, juro!

Uma das provas desse "desapego" são alguns posts aqui do blog como: Owl City, Robin Thicke, Cidadão Quem, Regina Spektor e esse de hoje.

Vou dividir com vocês o meu "xodó" da vez: Swimming with Dolphins!




O cara, Austin Tofte, é de Minnesota e faz um som mega parecido com o do Owl City, aliás, o Adam é quem produz com ele e os dois até já fizeram algumas apresentações juntos - olha eles ai.



O Austin diz tirar as inspirações pra músicas que escreve do oceano e das memórias de infância. Deve ser dai que vem o nome "Swimming with Dolphins" ou em bom português: "Nadando com os Golfinhos".

O ponto positivo da SWD, pra mim, é que o som é super fofo e as letras são bem legais. "Pajama Party", que é a minha favorita, por exemplo, conta um sonho que ele tem toda a noite com a mesma menina. - CUUUTE!




Já o ponto negativo é que ao vivo o cara deixa a desejar...





mas mesmo assim vale a pena baixar o EP "Ambient Blue" e escutar todas as músicas. É bem musiquinha pra você ouvir indo pra praia, na piscina, em casa...



Aqui vai o myspace e twitter do Austin!


HAVE FUN GUYS!

17.11.09

sobre não saber


"Muita calma agora!" - Ele grita na minha cabeça toda vez que eu tento avançar. É um grito tão convicto que eu paro e repenso a jogada.

"O caminho é perigoso!" - Ele me diz toda vez que eu penso estar certa do que fazer. Então eu paro e repenso o que penso ser certo.

"Essa não é hora!" - Ele me lembra toda vez que eu penso ser hora de arriscar. É tão convicto que eu paro e repenso se é mesmo a hora.

Eu paro e repenso. Eu paro...

E nunca é a hora. E nunca tem calma e sempre é perigoso.


Eu paro... repenso...



E paro.

24.10.09

sobre lançar a sorte

O jogo começa. São inúmeras as possibilidades e as fichas a serem apostadas. Você faz um movimento aqui, outro ali e... lá se vai a primeira ficha. Mas o que é um tiro errado pra quem tem muita munição?

E assim a partida segue. Alguns movimentos calculados e BINGO! Você ganhou fichas a mais para usar depois.

Mas essa vida de apostas, poucas vitórias e várias derrotas, acabam te desesperando por parecer não ter fim nunca. É hora de apostar pesado, levar o prêmio ou voltar pra casa.

Você se enche de coragem, a sorte está lançada. A roleta gira e quando para... DAMN! Número errado! E essa era a sua última aposta, a última carta na manga... você apostou tudo que tinha e perdeu.

Teoricamente, quem não tem mais fichas não joga, mas você precisa tentar mais uma vez, por isso, faz um "fiado" e consegue mais algumas fichas, aposta de novo e... YOU LOSE!

Depois da última derrota vem o período do questionamento: "Por que eu?" "O que eu fiz de errado?" Mas são só perguntas sem respostas.

No fim do jogo você está se sentindo fraco, por ter insistido mais um vez em algo perdido, burro, por ter insistido no erro, e com uma dívida enorme com você mesmo.

Se eu pudesse te dar um conselho, só um conselho, eu mandaria o filtro solar pra merda e te diria pra acreditar nos jogos perdidos. Te diria pra encerrar as apostas quando te restar apenas uma ficha na mãos.

Essa última sobrevivente pode ser a primeira de um novo jogo, mas nunca a cartada final de uma partida perdida.
Pois em um jogo perdido não há nada para ser feito...

mas uma ficha a mais para a aposta certa...


pode mudar todo o jogo.

22.10.09

and the winner is...

Siiiiim, já temos a ganhadora da Melissa Campana: Marina Saldanha da Silva Athayde!

Ela contou uma história super engraçada, quase trágica!

A Marina foi assaltada por duas meninas que queria levar as Melissas que ela tinha acabado de ganhar de Natal. Mas ela acabou sendo salva, adivinha por quem? PELA MÃE DAS ASSALTANTES, que levou as garotas pra casa pelas orelhas!

Parabééns, Marina!


E obrigada a todas que participaram, viu? :)

15.10.09

sobre o medo...

Ela nem sabe bem o porquê, mas só de pensar ela treme.

Se desarma, fica totalmente sem defesa e só de imaginar o que pode acontecer: treme.

Ela fica ansiosa. Quer falar, mas engole as palavras. Não consegue pensar em mais nada. Ela treme.


É raiva com insegurança. É medo com medo. É medo da verdade, da incerteza. É que talvez ela viva melhor com a incerteza. Talvez ela viva melhor com medo.

Talvez ela tenha se acostumado ao medo do medo. Talvez ela seja fraca demais para ser corajosa. Talvez ela nem saiba do que esta falando...


mas ela não sabe matar o vagalume


talvez, por medo.

30.9.09

uma palavrinha sobre [2]

Stéphanie Sokolinski, ou só SOKO.


A menina começou a carreira como atriz de filmes franceses (¬¬), até que surgiu a vontade de cantar uma música para trilha sonora de um desses filmes, então "nasceu" SOKO, a cantora, no final de 2006.

Esse nome não é um abreviação para o sobrenome Sokolinski, na verdade, é um trocadilho para NOT SOKUTE - not so cute - que também deu nome ao primeiro ep da menina.

A música mais famosa da Soko é "I'll Kill Her". A letra fala da famosa história de Ana, ama Pedro, que ama Maria, mas tem uma diferença: a frustração de "Ana" pelo romance não ter dado certo é tanta que ela quer vingança e promete matar a "loira burra e vagaba que o ex-futuro-namorado tá pegando".






A Soko é mais uma que se deu bem por causa da internet. Ela nem tem cd, mas já é sucesso em vários países.


O som é meio estranho, nada comercial e a voz da menina nem é lá essas coisas, mas sei lá, simpatizei, por isso, deixo a Soko como indicação aqui.

Gostou? então vai lá no
MySpace e escuta as outras músicas.

A minha favorita é essa: "I will never love you more". A letra é muito fofa!



27.9.09

a coisa boa dos dias de chuva

é que tu não tens vontade de sair, então arranja o que fazer em casa.

Eu costumo ficar ouvindo música, e o mais genial da música, pra mim, é que elas te transportam pra uma lembrança boa, dependendo da canção, tu lembras exatamente do cheio, do jeito... dá pra quase voltar no tempo.














essas são algumas das minhas boas canções.


elas são o meu teletransporte.


pra onde elas me levam? ai é outra história. Mas até daria de descobrir por aqui.

um dia eu te conto. (NOOOOOT)

23.9.09

conversa intramental


- O tempo não é bom na cidade quase maravilhosa, quase porque aqui não é lá. Apesar de parecer. Sabe como é, não faz tanto calor, aliás, faz frio demais, e ao invés de flores, traz chuva na primavera, e nada desabrocha, murcha.

- Mas que cidade sem vergonha, viu? Como pode alguém viver em um lugar como esse, onde faz frio quando deveria fazer calor e as flores murcham na primavera? Deve ser um lugar terrível!

- Não é não! É tranquilo, apesar de viver em constante guerra e a vista é bonita às 14:57 da tarde, se você conseguir chegar no mirante que fica na colina mais alta da cidade. Mas é quase impossível ir até lá, só existe um caminho, que precisa ser feito à pé, e a trilha é de cacos de vidro. Por isso, a maioria das pessoas se contenta com a vista cinza aqui de baixo.

- Como você pode viver em um lugar como esse?

- Eu não tenho escolha! Eu não posso deixar essa cidade, faz parte de mim. Eu aprendi a conviver com as dificuldades que ela me impõe. Eu não posso fazer nada.

- Não pode ou não quer?

- Talvez eu não queira.

- Vem comigo, eu te levo pra outro lugar!

- Eu não posso! Preciso ficar!

- Por quê? Você não é feliz aqui!

- Quem é você pra me dizer que eu não sou feliz?

- Quem é você pra me garantir que é feliz?


[ sobre se olhar no espelho e só pensar... ]

18.9.09

coisa de menina

Assistindo ao vídeo de 30 anos da Melissa, um milhão de lembraças voltaram na memória. Vai, que menina nunca passou um momento marcante da vida com uma sandália da Melissa no pé?

A primeira que eu ganhei foi uma transparente, que vinha com uma prancha pink com uma abelhinha.
Alguém lembra?


Bom, mas até chegar na minha primeira Melissa, tem um bocado de história... senta que lá vem.

Era uma vez uma menina louca por sapatos, que tinha uma mãe mais louca por sapatos ainda.

A mãe dessa menina tinha uma coleção enorme
de Melissas. Uma de cada cor. Uma pra combinar com cada roupa. Tinha rosa, laranja, azul, verde, vermelha, transparente...

A menina ficava encantada com as cores e, principalmente, com o cheiro. A favorita dela era a trasnparente, porque dava de usar com meias coloridas.

Como a menina ainda não tinha nenhuma daquelas sandalinhas fofas, ela usava as da mãe pela casa. Até que um dia... Uma caixa com a Melissinha transparente e a prancha cor-de-rosa a esperavam no quarto!


Depois disso, ela nunca mais foi a mesma.
Que felicidade, sasenhora! A pequena usava tanto que parecia que tinham colocado cola no pé e na sandália. Adorava, adorava, adorava.

Dai pra frente, a paixão pelas sandálias só aumentou. Depois da infância e da Melissa Aranha, na adolescência apareceu a Melissa de Salto. - sabe como é, né? ela estava ficando mocinha!

Com o salto, veio o primeiro "namorado", que ela conheceu usando Melissa, a primeira balada, usando M
elissa e tantas outras coisas legais... usando Melissa.

Aí você diz: "Ahhh, que exagero, Jô! Gostas tanto de Melissa assim?"


Quer uma prova?


e ainda estão faltando duas! todas lembram algo legal, e eu tenho certeza que você também tem uma história boa pra contar com uma Melissa, né?
Então conta
ela pra mim!

A mel
hor história leva uma Melissa Corallo pra casa, como essa da foto a baixo!Pra participar é só você me mandar a história por e-mail (jordana.pires@tvcom.com.br) e pronto! Fico esperando a sua história chegar na minha caixa de entrada, fechado?

valem os e-mail que chegarem até o dia 03/10!


boa história!

17.9.09

sobre não ter coração


Quando encontramos pessoas especiais pela nossa vida, vamos dividindo simbolicamente esse que nos bate quase no meio do peito. Um pedaço fica aqui, outro ali e quando vemos, quase não nos sobra nada.

Enquanto estão todos por perto, tudo bem, por mais que o coração não seja mais teu, ele está ali, ao teu alcance. Mas e quando é hora de partir? E quando chega a hora do desapego? Não tem jeito.


Não adianta chorar, sofrer, sentir esmagado, dolorido, o coração vai... E tu ficas aqui, vazia, é quase difícil de respirar. É tudo robótico, friamente calculado, sem vida... é só pulso.


Mas tu continuas, na esperança de um dia poder buscar teu coração, ou simplesmente visitá-lo e ver o quanto ele está bem, mesmo longe. Tu aprendes a conviver com a distância e passa a ser amiga da saudade. E ela passa a te machucar ainda mais.


Eu dividi meu coração uma centena de vezes, em algumas ocasiões eu o quis de volta, em outras eu simplesmente o deixei partir.


Hoje eu tenho corações em, pelo menos, três estados.



e eu sinto, profundamente, que chega a hora de revê-los.

12.9.09

uma palavrinha sobre

ADAM YOUNG!

Essa semana o @alexandrenickel me apresentou um tal de Adam Young, o cara tem um projeto chamado
OWL CITY, e eu fiquei completamente rendida. A primeira música que eu ouvi foi Fireflies - clica pra ouvir - do cd Ocean Eyes, e é totalmente apaixonante.

O Adam começou a fazer músicas porque tinha/tem insônia, isso no início de 2007, e jogou as composições no myspace e teve só... 5 MILHÕES DE ACESSOS!

A música mais conhecida do Owl City é "Hello Seattle" - essa foi a responsável pelo número exorbitante de visitas.


O cara também é super devoto de Jesus, mas não considera a música que faz Cristã, apesar de dizer: "a minha fé é minha maior inspiração". - então tá, Adam!

Mas o mais legal de tudo é que o Owl City não é aquele tipo de artista que tem duas músicas boas no cd e o resto é para encher faixa. Todo o álbum "Ocean Eyes" é bom, dá pra escutar todinho sem perceber, e já cantarolar as músicas de primeira.

Quem procura por boas novas canções, tá ai uma ÓTIMA dica.



pra baixar o cd, clica aqui!

8.9.09

senta que lá vem a história


Era uma vez uma menina de cabelos curtos, escuros e lisos, que vivia de all star, tinha uma queda terrível por bolinhas, xadrez e ainda tinha uma franja, que por sinal ela adorava.

Ela ouvia rock, mas também adorava hiphop, pop. Ela vivia muito bem, até que surgiu a moda EMO. Ai fodeu! Os "emos" passaram como furações e levaram todas as coisas dela. Sapatilhas, laços de cabelo, roupas, estampas, TUDO. E isso, sem que ela percebesse.

Até que então, em um belo dia de sol, enquanto ela se arrumava para a faculdade, a irmã dessa minha "amiga" passou por ela e falou: "Nossa, como tu tá emo!" Minha "amiga" respondeu: "Como eu tô o quê?", foi ai que ela ficou sabendo a qual classe pertencia a partir de agora.

No começo era chato e extremamente irritante SER rotulada de algo que ela sabia que não era, afinal, ela não se juntava com os amigos sábado à noite para chorar e os pulsos estavam em dia.

Mas mais irritante do que o rótulo, era o povo ter certeza de que podia descobrir as bandas e músicas que ela gostava pelo tênis ou blusa que vestia. A minha "amiga" até tentou mudar, mas não seria ela mesma. Foi ai que veio a grande ideia: ligar o foda-se!

A partir de então, ela passou a responder SIM para a pergunta mais temida: "TU ÉS EMO?" e o povo parou de encher o saco dela. Minha amiga voltou a viver FELIZ, com os pulsos sem nenhum corte, com as roupas que ela gostava de usar e as bandas que gostava de ouvir.

Uns dois anos se passaram e o SIM, SIM, SIM para a pergunta continuava, assim como as zuações, até que surgiram uns garotos coloridos.

Era a salvação divina, o fim de um ciclo. O início de uma vida de paz. O emo estava fora de moda, e voltou a ser SÓ um estilo musical. O "in" era ser HYPE, "pra frentex", ter calças coloridas e andar com as amigas/amigos como se fossem os power rangers. Enfim, LIBERDADE.

Esse é o começo de uma nova era. Acabou o tempo dos emos, baby, agora os "coloridos" é que serão zuados. Você que usa skinny e wayfarer colorido: PREPARE OS SEUS OUVIDOS! Nego não vai querer saber se você já se vestia assim antes das bandas cintilantes e nego também não vai querer saber se você ODEIA as bandas cintilantes.

Minha "amiga" vai te dar um conselho: se a moda agora é ser hype, continue sendo neon, zuado e feliz! Uma hora passa. Talvez apareçam outros mamonas e a moda vai ser pantufa na rua e chapéu de joker.


E, então, você será livre também.


ps: qualquer semelhança entre mim e a "minha amiga" - não - é mera coincidência!

2.9.09

garras invisíveis

Corre morro a cima e sente como se estivesse presa pela cintura à um elástico, que por sua vez, está preso ao pé do morro.

Corre com toda a força. Cansa, se arrasta, se agarra pra poder chegar ao topo mesmo que machucada. Se esforça, mas quando o morro parece chegar ao fim, ela é arremessada ladeira a baixo, como se estivesse em uma catapulta.

Ela escorrega e leva com ela todas as estacas que havia pregado para lhe ajudar na subida. Ela se vê em carne viva aos pés do morro novamente, mas não se importa. Não consegue se importar.

Então ela levanta e começa a pregar as estacas de novo. A queda foi tão alta que, da onde está, nem pode ver o topo, mas ela recomeça, como já teve que fazer umas três ou quatro vezes.


São as garras invisíveis que a mantém próxima.


São as coisas que ela não pode entender.

23.8.09

sobre a vírgula, o falar demais e o ponto final

Nunca fui muito boa com as palavras, frases de efeito e coisas do gênero, só fui aprimorar um pouco mais esse lado na faculdade. Pelo menos algo bom a publicidade e propaganda me trouxe. Acabei desenvolvendo um lado que eu não julgava bom.

Mas mesmo abolindo os erros dessa língua desgraçada que é o português, que agora mudou tudo e resolveu complicar a nossa vida de novo, as vírgulas sempre foram um grande trauma nos meus textos.

A paixão pela "pausa" era tanta que eu colocava a virgula em tudo que escrevia, ou seja, nunca terminava nada por completo. Pois sem o ponto final, deixamos a porta entreaberta, caso algo queira voltar.

E assim como nos textos, trouxe a vírgula pra muita coisa na minha vida, afinal, quem precisa de um ponto, aquele que acaba com todas as possibilidades, que encerra qualquer questão? Eu preciso.

Eu preciso dar final às minhas histórias, vontades, medos. Não dá pra ficar adiando tudo por muito tempo. Não dá pra ser sincero sempre. Nos dias de hoje não se pode ser transparente. NÃO SE PODE.

Acolhi o ponto, nos meus textos pelos menos, e descobri a força que ele tem em cada final de frase. Tirei as vírgulas clichês que remetiam-me à dúvida. Encerrei, conclui, finalizei e ponto.

Falta conseguir fechar portas no quesito vida. Aprender a dizer não e aprender a NÃO DIZER. Eu pago um preço alto por pensar em voz alta.

Eu pago um preço por não pontuar.



19.8.09

pode misturar

Pensamentos aleatórios sobre o prêmio multishow:

- Mallu Magalhães: agora não resta dúvida de que não é timidez, é retardo mental mesmo!

- Pitty: então era por isso (apresentação totalmente desafinada, roupa horrível e afins) que eu não gostava dela. GRAVAR!

- A Fernanda Torres é demais! mesmo meio perdida em algumas horas.

- O lance de misturar, meio estúdio Coca-Cola, funcionou em algumas horas, assustou em outras!

- Marisa Monte: Melhor cantora! (e alguém tinha dúvida disso?)

- a guria do Scracho melhor instrumentista? Ahh, tá! ano que vem quero concorrer. Vou tocar zabumba! (mesmo sem saber como)

- Ivete Sangalo: vergonha alheia!

- prêmio revelação pro Cine! Merecido. (mesmo o vocalista usando calças brancas e outro, acho que é o baixista, se passar nos agradecimentos e ficar no palco "sozinho").

- A Rita Lee é a melhor dos últimos tempos!

- O Jota Quest não levou NADA. Eu adorei!

- Nx Zero melhor CD? ¬¬

- A Fresno ter levado o prêmio de melhor grupo foi a surpresa mais legal de toda a festa.



#éoqueeuacho!

17.8.09

sabe o que me assusta?

Não gostar de praticamente NADA novo.

Aproveitei que cai da cama hoje, e fui escutar o som de uma menina que já tinham me falado há tempos:
Jullie. Alguém já ouviu?

Ela é uma tentativa frustrada de Katy Perry/Lily Allen brasileira. Sério, uma tentativa totalmente mal sucedida. A menina acabou parecendo a Kelly Key da Walt Disney. Aliás, ela já dublou alguns filmes da Disney.

A música de trabalho é "Alice" e o clipe... PQP o clipe!



Ai, eu tento não concordar com a entresafra de artistas legais, mas tô quase, quaaase me rendendo à essa afirmação.

Ai, eu tento ouvir artistas nacionais, eu tento, mas me deparo com coisas desse tipo, e me desanima.


[ juro que no próximo post vou falar de qualquer banda que eu goste. ]

10.8.09

e se esqueço quem eu fui

01:42:31 (****) - e tu, de coração, tá bonito?

01:42:31 Jô - tá batendo! pelo menos isso.

01:46:01 (****) - ahnnnn, que que tá acontecendo?

01:46:50 Jô - não aconteceu nada não. tá tão vazio que chega a ser chato!

01:48:59 (****) - po, jo! que porcaria isso, né?
01:49:04 (****) - tipo, quando o coração tá cheio, a gente quer paz. quando a gente tá em paz, a gente quer encher o coração. SACO!

01:49:53 Jô - é que a gente quer o coração cheio de algo bom e, quando tá vazio, ele pode se encher de saudade. e ai, nem sempre é bom!

01:50:37 (****) - é.

6.8.09

neon music

Eu queria falar sobre essa banda desde quando eu escutei o som pela primeira vez, acho que alguém me mandou o myspace deles pelo fotolog e de cara eu achei genial. Mas o estopim para esse post foi uma matéria que eu li esses dias sobre a nova banda da modinha: a Cine.

Se você nunca ouviu falar dos meninos, vale a pena separar um tempinho pra conhecer. É um som bem pra cima, lembra muito Breathe Carolina, HelloGoodbye e Metro Station. A única coisa que deixa a desejar são as letras extremamente bobas. O que os caras acertaram em melodia, produção e afins, eles cagaram em letra, mas sabe como é, nada pode ser perfeito nessa "crise musical" que alguns acreditam que estamos passando. - Há quem diga que rola uma entresafra na música. Não sei até onde concordo com isso, mas esse ponto é assunto pra outro post. -

Bom, mas o que acabou me chamando mais atenção, até mais do que o som da Cine, foi essa tal
entrevista que li esses dias e fiquei chocada com o vocalista. Que garoto arrogante e sem noção. Enquanto todos os outros se mostraram super simpáticos e tranquilos, esse tal de DH, se achava o casco da tortuguita. Sem brincadeira, alguém precisa salvar esse garoto e avisar que ainda não é hora de sair da casinha e achar que tem o rei na barriga. - se é que existe hora pra isso! -

E como se a arrogância não fosse o ponto mais alto/baixo da situação, o garoto ainda usa calça branca. TEM COISA MAIS BROXANTE QUE CALÇA BRANCA? Essas coisas me assustam.

Mas de qualquer forma, mesmo com a calça branca e o cabelinho de heman do vocalista, vale a pena ouvir o som da Cine. Os garotos foram muito espertos em se moldar para ocupar um lugar no mercado musical brasileiro que estava vazio. Enquanto neguinho lá fora já fazia sucesso com esse estilo eletro/rock há muito tempo, a gente nem sabia o que era um sintetizador e "wooa-wooa-o" nos refrões. Por isso, ponto pra Cine.

Quanto ao vocalista, um dia ele descobre que ser a última bolacha do pacote tem lá suas desvantagens. Quando você fica "cheio", nem chega a comer e ela acaba sobrando.


Fica a dica!



4.8.09

sobre crescer...


e entender o real significado da frase: "nem tudo que se quer é o que se tem". Sobre perceber que o nó no peito e a vontade de chorar, nem sempre são sintomas de um amor mal resolvido.

Sobre ter outras preocupações e responsabilidades que ultrapassam os trabalhos da faculdade e as contas pra pagar. Sobre não ver o tempo passar e se assustar quando, relembrando fatos, perceber que lá se foram dez anos.

Sobre os planos e sonhos futuros, que nem de longe são tão singelos quanto aqueles dos seus oito anos, quando esperava pelo natal para ganhar a super casa da barbie ou o mega drive.

Sobre ser feio parecer fraco. Sobre não poder chorar por qualquer motivo. Sobre não ter mais tardes no parquinho com o escorregador de concreto, que se não escorregasse exatamente pra esquerda, você arranhava a bunda.

Sobre ter vergonha de dizer o que sente e nem ter tempo para avaliar o que realmente sente. Sobre ver o mundo desabar e ser responsabilidade sua segurar tudo.

Sobre aprender a virar um super-herói, daquele que seu filho vai se orgulhar daqui há alguns anos, quando você tiver um filho. Sobre olhar para os seus pais e perceber o quanto não é fácil carregar esse personagem.

Sobre, de repente, tudo se tornar claro, transparente e luminoso. Como um letreiro em neon que te avisa que a hora é agora, as pessoas são essas e não há tempo para lamentações.

Sobre a seta que te indica o caminho certo...


Sobre a decisão de segui-la, ou não.

1.8.09

and the winner is...

Venho por meio desta lhe informar que você é o ganhador!

Você ganhou pela insistência no erro, pela burrice de não enxergar um palmo a frente do nariz e por ser a pessoa mais perturbada a passar por essa estrada. Você ganhou por querer demais, por achar demais e precisar demais.

Você ganhou por não saber perder, por não saber querer e nem sequer ligar. Você ganhou por achar que o mundo gira ao redor do seu umbigo, que a vida é um grande palco e que todos tem que te aplaudir.

Espero que desfrute do seu prêmio: todo o meu desprezo, pena e desapontamento. Ele será entregue em doses para que você possa apreciar ainda mais atentamente.

Logo eu, que joguei todas as fichas. Apostei que ganharia essa. Acreditei na mudança.


Tola de mim, que não enxerguei um palmo a frente do nariz, quis demais, achei demais, precisei demais, não soube perder, não soube querer e nem liguei.

O meu prêmio?

Esse eu terei a longo prazo!


e eu não me importo de esperar.